Petição para enquadrar George Soros como terrorista atinge 100 mil assinaturas

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Em pouco mais de 10 dias, a petição que exige que o governo dos Estados Unidos enquadre o bilionário globalista George Soros como um terrorista doméstico e confisque seus bens ultrapassou o número necessário de assinaturas.

A petição foi feita no site da Casa Branca em 20 de agosto. Como ela atingiu 100 mil assinaturas antes do prazo de 19 de setembro, um representante da Casa Branca precisa emitir uma resposta.

Os autores da petição alegam que Soros ”conspirou contra os Estados Unidos e o povo norte-americano como um todo, em uma tentativa de desestabilizar o país.” Para fazer isso, Soros alegadamente ”criou inúmeras organizações que utilizam táticas terroristas contra o governo”.

Soros é conhecido por financiar movimentos de esquerda por todo o mundo. Ele é um dos integrantes de uma elite que planeja acabar com as fronteiras nacionais e com o conceito de estado nação para fazer com que seu capital circule livremente, sem tais barreiras.

O bilionário é capaz de provocar um grande impacto na política e na economia de países inteiros com seu capital especulativo, e faz proveito disso para enriquecer. Sua principal fundação, a Open Society, é acusada de arquitetar revoluções com o intuito de estabelecer governos favoráveis aos Estados Unidos em países como a Sérvia e a Ucrânia. Outrora, em 1992, ele obrigou a Itália a sair do Sistema Monetário Europeu e lhe vender secretamente uma grande quantidade de liras, o que resultou para Roma em uma perda de $ 48 bilhões (R$ 157,9 bilhões).  

No Brasil, Soros financiou inúmeras instituições de esquerda, como a Ação Direta pela Liberdade, Privacidade e Diversidade na Rede, Casa Fluminense, Instituto Tecnologia e Sociedade (ITS) e Rede Nossa São Paulo. O bilionário também forneceu mais de um milhão de reais para uma agência de jornalismo ligada ao progressista Leonardo Sakamoto e para a Mídia Ninja, encarregada com a missão de divulgar ideais de esquerda pelo Brasil. Soros também teve participação na privatização da Vale do Rio Doce.

 

 

 

Mario Luccas Carneiro
(O único) Editor e roteirista do canal Jotalhão Reacionário.