Trump luta contra o racismo há anos, mas a mídia não liga

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Donald Trump mais uma vez está sendo criticado pela grande mídia. O motivo? Ter condenado o uso da violência por parte de manifestantes de esquerda, que foram até as manifestações de Charlottesville munidos com pedaços de pau e armas brancas e não hesitaram em confrontar qualquer um na sua frente, sob a (falsa) justificativa de que todos ali eram neonazistas.

A grande mídia está tentando convencer as pessoas de que os manifestantes violentos da esquerda -principalmente os membros da Antifa – são heróis, comparando suas ações com a dos soldados norte-americanos que lutaram contra as forças da Alemanha na Segunda Guerra Mundial. E isso é ridículo, já que uma grande parte dos manifestantes que foram espancados pelos esquerdistas nem mesmo eram extremistas, mas sim pessoas comuns contrárias a remoção da histórica estátua do general Charles Lee. Haviam até negros protestando contra a remoção.

Uma das estratégias dessa perversa ”caça às bruxas” que a imprensa têm feito é alegar que Trump é um supremacista branco ele mesmo, e só condenou a violência desses grupos para fazer com que os movimentos racistas pareçam mais moderados. Contudo, eles propositalmente escondem tudo aquilo que o presidente fez ao longo da sua vida para combater o preconceito, já que isso não se enquadra com a narrativa mentirosa que os jornalistas querem construir.

1986: Trump recebe uma medalha de tolerância e diversidade ao lado de ícones da luta contra o racismo

Em outubro de 1986, Trump foi condecorado com a medalha de Ellis Island. Seu significado é celebrar o ”verdadeiro patriotismo, a tolerância, a irmandade e diversidade.” Rosa Parks, que protestou ao lado de Martin Luther King Jr. e é uma das maiores vozes do movimento negro na história dos Estados Unidos, e Muhammad Ali também foram condecorados com a medalha, e tiraram uma foto ao seu lado.

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1991: Trump diz que “odeia tudo aquilo que o supremacista branco David Duke representa”:

Em uma entrevista concedida a CNN no início da década de 90, Trump disse que odeia pensar que alguns americanos apoiam David Duke. O presidente disse que a campanha de Duke, que é um ex-líder da Ku Klux Klan, é repleta de ódio e hostilidade.

Mesmo assim, isso não impediu a grande mídia (incluindo a própria CNN) de estabelecer várias comparações entre Trump e David Duke, como se houvesse algum vínculo racista entre eles.

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Donald Trump e Ben Carson. Trump o escolheu como Ministro de habitação.

1997: Trump é parabenizado pelo líder de uma ONG centenária por ter combatido o antissemitismo e o racismo

Muitos dos clubes e hotéis da vila de Palm Beach discriminam até hoje judeus e negros, muitas vezes chegando a não permitir que pessoas dessas etnias se tornem membros e hóspedes. Por isso, vários membros do conselho municipal ficaram extremamente insatisfeitos quando Trump disse que pretendia erguer um campo de Golf ”inclusivo” no local, e elaboraram diversas barreiras burocráticas para impedir as obras. Como resposta, Trump instruiu seu advogado a enviar fitas de dois filmes que abordam o preconceito étnico para os principais empresários da cidade: ”A Luz é para Todos” e ”Adivinhe Quem vem para o Jantar”. Depois disso, a disputa se popularizou e o campo de golfe foi inaugurado.

Nesse ano, o presidente da ONG ”Anti-Defamation League”, conhecida mundialmente pelo seu combate contra o preconceito, parabenizou Trump em uma entrevista concedida ao New York Times. Disse que o milionário havia ”acendido uma brilhante luz contra o racismo de Palm Beach.”

A mansão de Trump em Palm Beach

2000: Trump volta a criticar David Duke

No ano 2000, havia uma grande especulação de que Donald Trump seria candidato a presidência pelo Partido Reformista. Contudo, ele disse que não se candidataria, e listou David Duke como um dos problemas do partido. Na época, chamou Duke de racista e de intolerante.

2008: Trump abriga Jennifer Hudson em seu hotel em Nova Iorque

Em 2008, o assassinato da família da cantora Jennifer Hudson chocou o mundo. Quando seu irmão, sua mãe e seu sobrinho foram assassinados em Chicago, Trump abrigou, gratuitamente, a artista e alguns parentes em seu principal hotel, a Trump Tower. Abalada, ela raramente saia do hotel, e foi protegida pelos seguranças do atual presidente.

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Mario Luccas Carneiro
(O único) Editor e roteirista do canal Jotalhão Reacionário.